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19/02/2025

A Longevidade de Gary Player


Gary Player, um dos maiores golfistas de todos os tempos, é conhecido não apenas por suas conquistas no golfe, mas também pela sua longevidade activa e saúde invejável. Aos 89 anos, ele continua em forma, jogando golfe regularmente e inspirando pessoas em todo o mundo. Mas qual é o segredo dessa vitalidade?

Em primeiro lugar, Gary Player sempre foi um defensor da prática de exercícios físicos. Ele mantém uma rotina de treino rigorosa, que inclui musculação, cardio e alongamentos. Além disso, tem uma alimentação saudável, com uma dieta rica em frutas, legumes e proteínas magras.

Outro fator importante é a paixão de Gary Player pelo golfe. Ele joga desde criança e nunca perdeu o entusiasmo pelo desporto. Manter-se ativo e envolvido em uma actividade que ama contribui para a sua saúde física e mental.

Gary Player também é um exemplo de disciplina e determinação. Ele sempre se dedicou ao máximo para alcançar os seus objetivos, tanto no desporto quanto na vida pessoal. Essa mentalidade positiva e resiliente ajuda-o a superar desafios e a manter o foco nos seus objetivos.

Além disso, Gary Player valoriza muito o tempo que passa com a sua família e amigos. Ele acredita que os relacionamentos são importantes para uma vida feliz e saudável.

Em resumo, os segredos da longevidade activa de Gary Player são:

Prática regular de exercícios físicos


Alimentação saudável


Paixão pelo golfe


Disciplina e determinação


Valorização dos relacionamentos


Aos 86 anos, o tricampeão do Masters revelou que queria manter a sua pontuação em Augusta num número menor que sua idade e a sua velocidade de swing maior que a idade.
Cerca de 12 meses depois, Player disse: "Tenho uma média de par, estou a bater a 240 jardas do tee e já pontuei abaixo da minha idade 3.071 vezes seguidas , o que é um recorde mundial", diz ele.

“Quero chegar aos 4.000, mas não sei se viverei tanto tempo.”

25/11/2012

Treino do CORE para o golfe

Actualmente, a questão do treino não está apenas ligada ao âmbito técnico, táctico, físico, de força, velocidade e flexibilidade, mas sim à especificidade e funcionalidade das modalidades e gestos realizados em cada modalidade desportiva.
A falta de especificidade nos treinos pode perturbar a evolução do atleta de acordo com a modalidade, ou seja, treinos que fazem distinção entre os exercícios e o desporto ocupam o tempo de preparação com itens menos eficientes.
O termo funcional, muito utilizado nos dias de hoje, refere-se à função que o exercício tem na musculatura e nos movimentos envolvidos na actividade principal, e implica que o treino seja cada vez mais planificado e de encontro às necessidades específicas da modalidade.
Os movimentos funcionais são altamente dependentes do core. O core é constituído por dois grupos musculares inferiores do tronco, os músculos anteriores (abdominais) e os músculos posteriores (extensores), que com os músculos das ancas, formam o que se chama de core – o núcleo do corpo.
O core é portanto o nosso centro de gravidade, responsável por manter a estabilidade da coluna e da bacia quando realizamos o swing. Um core mais forte significa ter mais equilíbrio e controle sobre o próprio corpo, o que é especialmente importante durante o swing, normalmente executado num terreno irregular e instável. Além disso, é o core que protege a coluna vertebral, absorvendo o impacto do swing e mantendo a postura correcta mesmo quando o cansaço se instala.
A falta de desenvolvimento do core pode então originar uma maior propensão para ocorrência de lesões. Desta forma, o core não pode ser ignorado pelo jogador de golfe, pois é a ligação entre todos os movimentos e pode tornar o jogador mais ágil e simultaneamente mais forte.
O core deverá ser trabalhado de forma igual em todas as suas componentes, não só para prevenir lesões na coluna, pois a maioria são provocadas por desequilíbrios musculares, mas também para melhorar o desempenho do atleta. Qualquer movimento realizado é garantido pela estabilidade proporcionada pelos músculos do core, tendo mais qualidade e eficiência se o core for forte.
Quando o core trabalha bem, pouca energia é perdida em movimentos indesejáveis da coluna e das ancas. O core permite que o corpo produza força, reduza força e se estabilize em reacção a estímulos externos. Isso ajuda o atleta a gerar mais energia também nos músculos que estão “ancorados” ao tronco. Ao fazer menos contracções para obter a mesma força, o risco de lesões diminui. Consequentemente, o core garante um melhor set up, movimentos mais eficazes, traduzindo-se num swing mais potente, além de reduzir o risco de lesões.
Em contrapartida, um core enfraquecido faz com que se perca energia e aumenta o risco de lesões. Se os membros superiores e inferiores forem fortes e o core for fraco, não só é prejudicada a mecânica do swing, como também aumentar a probabilidade de lesão, uma vez que o stress articular a nível da coluna lombar é maior durante a rotação do tronco. O fortalecimento do core também constitui uma solução para compensações individuais, como vícios posturais/mecânicos (ex.: movimentação excessiva da cabeça e das ancas, a lordose acentuada e numa postura curvada - cifótica).
A estabilidade postural depende então da conjugação de três factores: estabilidade da parte inferior do tronco (lombar), mobilidade da parte superior do tronco (toráx e dorsal) e força muscular ao nível do tronco no geral.