quinta-feira, 29 de novembro de 2012

A Postura Corporal no Golfe

A postura é uma palavra muito utilizada entre os profissionais de golfe, contudo é interessante analisar que a maioria dos livros escritos por “gurus” da modalidade estão “minados” de fotografias com jogadores com má postura. Basta prestar atenção a uma competição com transmissão na TV e levará apenas alguns segundos para encontrar um jogador de grande qualidade com projecção anterior da cabeça, com hipercifose dorsal e/ou com rectificação da coluna lombar. Porque será que esta noção do corpo se fica só pela mente? Daí que os treinadores não tenham competência para corrigir estes problemas posturais e se agem frequentemente como pais a reprimir uma criança, dizendo “endireita-te”.
A postura, tal como outros aspectos individuais, não é algo passível de ser alterada apenas por se pensar nela. Aliás, a correcção postural é uma capacidade que deverá servir de base em cada processo de treino e melhoria da função (neste caso o swing).
Um golfista com má postura irá ter muitas dificuldades em evoluir no seu handicap. Pode certamente observar a postura daqueles jogadores que já jogam há muito tempo e que não conseguem evoluir. Estes nunca o irão conseguir apenas com aulas de golfe, exigindo antes de mais nada, a ajuda de um Fisioterapeuta especializado em Reeducação Postural Global, para que posteriormente consigam seguir as indicações dadas por um professor de golfe. Só assim o jogador poderá evoluir, beneficiando de um corpo mais saudável e sem compensações, tendo menor probabilidades de contrair lesões e de sentir desconforto, dor ou outros sintomas (cefaleias, parestesias dos membros, etc…)
Só através de uma postura correcta será possível ao jogador manter o equilíbrio correcto e garantir que a sua coluna vertebral não sofre uma pressão exagerada. Adoptar uma boa postura irá ajudar a rentabilizar os músculos mais adequados ao swing.

Então como deverá ser a postura correcta?
Há que distinguir a diferença entre a postura estática e dinâmica. Essa diferença acentua-se no jogador de golfe, porque a posição de sentado ou de pé num bom alinhamento postural não garantem a manutenção do mesmo alinhamento no momento da tacada e, consequentemente, na realização do swing. Todos os jogadores de golfe devem portanto, ser capazes de compreender o seu corpo na posição estática e ainda mais transpor esses parâmetros para a realização do swing.
Adicionalmente, a postura no address deverá ser analisada. A postura dinâmica durante o swing é igualmente importante pois esta pode diferir bastante da postura estática.
A postura no address é descrita pelos treinadores de golfe como parte integrante de todos os aspectos do swing.
Ben Hogan descreve que no início do address a curvatura inicial deve vir da flexão dos joelhos mantendo-os descontraídos, no entanto, com ligeira tensão.
No address, se deixarmos cair um fio de prumo no ombro do golfista, este deve cair na base de sustentação (a meio dos pés). Quando o jogador olha para a bola, deverá ter o cuidado para que o tronco não fique flectido e para levar o olhar à bola, necessita apenas de flectir as suas vértebras cervicais superiores.


O que pode fazer para melhorar a sua postura?
Deverá procurar um Fisioterapeuta especializado em Reeducação Postural Global, que lhe irá fazer uma avaliação física para posteriormente no tratamento dar maior ênfase às zonas com maior “deformação” e/ou responsáveis pelas queixas dolorosas/sintomas.
A Reeducação Postural Global é um método criado pelo fisioterapeuta francês Philippe Souchard, o qual foi apresentado ao mundo na obra “O Campo Fechado”, publicada em 1981, depois de 15 anos de pesquisas, continuando a ser desenvolvida por ele próprio e pelos seus variados colaboradores.  A Reeducação Postural Global fundamenta-se nos princípios da individualidade, causalidade e globalidade, e o tratamento baseia-se num trabalho postural activo, onde através de posturas, criteriosamente escolhidas através de uma avaliação, se estiram todas as cadeias musculares, em conjunto com um trabalho respiratório específico e a terapia manual do Fisioterapeuta.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Golfe com Síndrome de Down


Decorrente de uma mutação genética, o Síndrome de Down (SD) ocorre em média 1 a cada 800 nascimentos, crescendo a incidência com o aumento da idade materna.
Respeitando as limitações, a criança com SD deve receber estímulos para se desenvolver, tal como outra criança da sua idade. Para tal, os portadores desta síndrome deverão ser estimulados desde crianças à prática regular de uma actividade física. O golfe é uma excelente opção, pois os seus benefícios são inúmeros.
É de todo importante que o portador de SD mantenha essa actividade física, pois vários estudos comprovam que pessoas portadoras de SD tendem a tornar-se sedentários, levando-as a desenvolver problemas como obesidade, diabetes, colesterol, hipertensão e doenças cardíacas.
Não há duvidas que o golfe, promotor da socialização, é uma ferramenta de inclusão social para portadores de SD, sendo também adequado para as suas características físicas e principalmente as suas necessidades. Com o Golfe, eles descobrem as suas capacidades corporais e cognitivas, desenvolvendo o equilíbrio, a coordenação motora, a estruturação espaço-temporal, o esquema corporal e a respiração, factores fundamentais para o desenvolvimento do portador de SD. Concluindo, o golfe promove o desenvolvimento global, aquisição de valores, quebra de preconceitos, contribuindo assim para uma melhor qualidade de vida.
Como e quando começar?
Para uma criança com SD formar bases para um desenvolvimento harmónico, o ideal é que ela seja estimulada precocemente num trabalho multidisciplinar. O Golfe deve ser inserido aos poucos através de aulas e jogos com regras simples. Deve-se estruturar um ambiente facilitador e adequado aos alunos, oferecendo experiências que vão resultar na melhoria do seu desenvolvimento.
O treinador deverá sempre que possível ser especializado em Golfe Adaptado e procurar informações mais específicas sobre Síndrome de Down.


segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Preparação Física no Golfe

Porque é necessária a preparação física no golfe?
Há tempos atrás, e ainda nos dias de hoje, o golfe era considerado por leigos como um desporto passivo, praticado por pessoas importantes que não têm a energia suficiente ou cujas limitações físicas os impedem de praticar outras modalidades mais exigentes. A imagem do golfista é vulgarmente representada como um senhor de idade avançada, com excesso de peso, com um abdómen proeminente, pouca flexibilidade, escassa força e conduta alimentar nula.
No entanto, todos os jogadores de golfe querem jogar cada vez melhor. Este desejo é comum desde iniciantes amadores até jogadores profissionais. Para muitos, o golfe é uma possibilidade de relaxar, para aliviar o stress, fechar negócios e fazer exercício. Mas o desejo de melhorar o handicap e os resultados é uma realidade mesmo para o golfista recreativo. O método frequentemente procurado pelos jogadores para melhorar o jogo é através de lições com profissionais ou praticando golfe com maior frequência. Embora estes métodos pareçam ser lógicos, é por este mesmo motivo que muitos golfistas sofrem lesões e raramente atingem o seu potencial. E porquê? Simples, porque são poucos os jogadores de golfe que procuram realizar uma preparação física especifica para melhorar o nível de jogo.
Os golfistas amadores conseguem aproximadamente 90% da actividade muscular máxima quando dão a tacada. Esta é a mesma intensidade que pegar num peso que só conseguimos levantar 4 vezes antes da fadiga total. No entanto, os jogadores de golfe não têm em mente que batem a bola numa média de 30 a 40 vezes num jogo a essa intensidade!
A maioria dos jogadores de golfe iniciam-se neste deporto numa idade em que já não praticam nenhum outro, quer a nível competitivo, quer desportos colectivos ou outras actividades fisicamente exigentes. O golfe é geralmente visto como um jogo de habilidade técnica com pouca exigência física em relação à maioria dos outros desportos. Infelizmente, este equívoco comum é muitas vezes a causa de lesões e/ou da estagnação na evolução da performance.
A razão para isso é muito simples: o golfe bem praticado é altamente atlético!

domingo, 25 de novembro de 2012

Treino do CORE para o golfe

Actualmente, a questão do treino não está apenas ligada ao âmbito técnico, táctico, físico, de força, velocidade e flexibilidade, mas sim à especificidade e funcionalidade das modalidades e gestos realizados em cada modalidade desportiva.
A falta de especificidade nos treinos pode perturbar a evolução do atleta de acordo com a modalidade, ou seja, treinos que fazem distinção entre os exercícios e o desporto ocupam o tempo de preparação com itens menos eficientes.
O termo funcional, muito utilizado nos dias de hoje, refere-se à função que o exercício tem na musculatura e nos movimentos envolvidos na actividade principal, e implica que o treino seja cada vez mais planificado e de encontro às necessidades específicas da modalidade.
Os movimentos funcionais são altamente dependentes do core. O core é constituído por dois grupos musculares inferiores do tronco, os músculos anteriores (abdominais) e os músculos posteriores (extensores), que com os músculos das ancas, formam o que se chama de core – o núcleo do corpo.
O core é portanto o nosso centro de gravidade, responsável por manter a estabilidade da coluna e da bacia quando realizamos o swing. Um core mais forte significa ter mais equilíbrio e controle sobre o próprio corpo, o que é especialmente importante durante o swing, normalmente executado num terreno irregular e instável. Além disso, é o core que protege a coluna vertebral, absorvendo o impacto do swing e mantendo a postura correcta mesmo quando o cansaço se instala.
A falta de desenvolvimento do core pode então originar uma maior propensão para ocorrência de lesões. Desta forma, o core não pode ser ignorado pelo jogador de golfe, pois é a ligação entre todos os movimentos e pode tornar o jogador mais ágil e simultaneamente mais forte.
O core deverá ser trabalhado de forma igual em todas as suas componentes, não só para prevenir lesões na coluna, pois a maioria são provocadas por desequilíbrios musculares, mas também para melhorar o desempenho do atleta. Qualquer movimento realizado é garantido pela estabilidade proporcionada pelos músculos do core, tendo mais qualidade e eficiência se o core for forte.
Quando o core trabalha bem, pouca energia é perdida em movimentos indesejáveis da coluna e das ancas. O core permite que o corpo produza força, reduza força e se estabilize em reacção a estímulos externos. Isso ajuda o atleta a gerar mais energia também nos músculos que estão “ancorados” ao tronco. Ao fazer menos contracções para obter a mesma força, o risco de lesões diminui. Consequentemente, o core garante um melhor set up, movimentos mais eficazes, traduzindo-se num swing mais potente, além de reduzir o risco de lesões.
Em contrapartida, um core enfraquecido faz com que se perca energia e aumenta o risco de lesões. Se os membros superiores e inferiores forem fortes e o core for fraco, não só é prejudicada a mecânica do swing, como também aumentar a probabilidade de lesão, uma vez que o stress articular a nível da coluna lombar é maior durante a rotação do tronco. O fortalecimento do core também constitui uma solução para compensações individuais, como vícios posturais/mecânicos (ex.: movimentação excessiva da cabeça e das ancas, a lordose acentuada e numa postura curvada - cifótica).
A estabilidade postural depende então da conjugação de três factores: estabilidade da parte inferior do tronco (lombar), mobilidade da parte superior do tronco (toráx e dorsal) e força muscular ao nível do tronco no geral.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O Grip ou Pega

Segredo Nº 8: O Grip
A forma como um jogador segura o taco irá em grande medida determinar o êxito da tacada. A forma como seguramos o taco deve permitir liberdade de movimento às mãos, punhos e antebraços, garantindo ao mesmo tempo que a mão esquerda e direita possam trabalhar em conjunto como uma única unidade. Existem 3 formas de colocar as mãos no taco:
  • Basebol – recomendada para crianças e senhoras

  • Interlock (mãos Entrelaçadas) – recomendada para mãos médias

  • Vardon (mãos sobrepostas) – recomendada para mãos grandes

Cada uma dos métodos possui as suas vantagens específicas para determinadas pessoas, no entanto a construção básica da pega é a mesma para todos, excepto a forma como as mãos estão ligadas.
É normal o aluno sentir-se desconfortável com a pega, no entanto isso é normal e aos poucos o aluno irá sentir-se confortável com a pega correcta.
Normalmente, o jogador iniciado irá pegar o taco com demasiada força e tensão nas mãos e antebraços. Esta situação ainda se agrava mais quando se está a aprender a pega.
Como colocar as mãos?
Em primeiro lugar, aconselho  a colocação do taco na mão esquerda (ou direita, se o jogador(a) for esquerdino(a)) que com a posição dos dedos polegar e indicador deve originar uma linha entre estes em direcção ao ombro direito (para dextros).
No entanto, as referências a seguir serão sempre a posição dos dois dedos (o polegar e indicador), que originam um “V”, direccionados ao ombro oposto e os dois nós e meio da mão que segura a pega visíveis.
Depois, a mão direita (ou esquerda, conforme a preferência), é aquela que atribui direccionalidade à tacada, no momento de impacto ela deve estar posicionada de forma a atribuir direcção à tacada e consequentemente à bola.
Independentemente da forma como colocamos a mão sobre o taco, esteja ela entrelaçada com a outra (esquerda ou direita conforme a preferência) ou sobreposta, ela deve invariavelmente estar posicionada com os dois dedos, polegar e indicador, de forma a sugerir a direcção do ombro do mesmo lado, ao mesmo tempo devemos conseguir observar um nó, um nó e meio, da mesma mão.
A forma mais simples de entender o abraçar desta mão com o taco será imaginar que estamos a cumprimentar de mão estendida alguém, e dessa mesma forma, sempre com a palma da mão direccionada para o alvo, cumprimentamos o taco.
Desta forma estará garantida, pelo menos ao nível da pega, o correcto e bem sucedido, manuseamento do taco.
A pega é algo que deverá ter sempre a atenção de corrigir. Volte a fazer o grip correctamente a cada tacada, de forma a não criar maus vícios. 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

O Handicap

Segredo Nº 7: O Handicap
Assim que qualquer jogador comece a ir jogar para o campo, a pergunta habitual é: “o que tenho de fazer para ter handicap?”. Sendo uma pergunta pertinente, pois qualquer jogador que se preze tem de ter handicap.
No golfe, cada jogador joga competindo contra o campo, no entanto as pessoas jogam juntas, e como tal podem competir entre elas independentemente de terem níveis de jogo diferentes, graças ao sistema de handicap, que serve para compensar a diferença entre os jogadores amadores.
O termo “handicap” representa a habilidade de jogo de um praticante amador, através de um valor numérico. Esse valor é tanto mais baixo quanto melhor for a habilidade de jogo do praticante. Entre jogadores amadores, este valor numérico varia de 0 a 36, entre homens e senhoras.
Uma das razões que torna este desporto justo é exatamente a utilização de um “Sistema de Handicaps” que tem como objectivo principal possibilitar aos praticantes com diferentes níveis de capacidade de jogo competir entre si em condições de igualdade. Sendo por isso pressuposto que:
  • Todo jogador de golfe conhece e respeita as regras de golfe;
  • Todo jogador de golfe joga com fair-play;
  • Todo jogador de golfe é honesto;
  • Todo jogador de golfe faz sempre o melhor resultado possível em cada buraco e em cada volta;
  • Todo jogador de golfe apresenta o maior número de resultados válidos para a gestão de handicaps.
Em Portugal, a Federação Portuguesa de Golfe adoptou o “Sistema de Handicaps EGA” da Associação Europeia de Golfe como base para a gestão dos handicaps em Portugal.
Para além da aferição da habilidade do praticante, o Sistema de Handicaps EGA baseia-se também na avaliação da dificuldade do campo, fazendo o encontro entre estas duas realidades.
Daí decorre a existência de:
Handicap Exacto EGA
Um número com uma casa decimal indicador do potencial do praticante e correspondente à habilidade num campo de dificuldade média considerado standard no modelo estabelecido pela USGA.
Handicap de Jogo EGA
É o número específico de pancadas de handicap atribuído ao jogador em cada conjunto específico de “tees” de saída em determinado campo.
Ou seja: o Sistema de Handicaps EGA tem como um dos seus objectivos e vantagens a “portabilidade”, no sentido em que o “Handicap Exacto EGA” é transportado para cada campo e ali convertido, consoante a respectiva classificação.
E para terminar e respondendo à pergunta inicial, para se obter um handicap exacto EGA deve preencher os seguintes requisitos:
a) Ser sócio de um clube filiado na FPG com autoridade de gestão de handicaps;

b) Entregar no mínimo 3 cartões assinados por um jogador que já tenha handicap ou por um profissional em que pelo menos um dos resultados tem de igualar um handicap exacto de 36,0 ou melhor (36 ou mais pontos stableford).
O melhor resultado stableford submetido é considerado para o cálculo do handicap exacto inicial.
O nº de pancadas de handicap que um jogador recebe nestas voltas é o seguinte: 36 x (Slope Rating ÷ 113) + (Course Rating – Par);

c) Realizar e ter aproveitamento num teste escrito sobre as regras de golfe.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

A primeira vez no campo

Segredo Nº 6: A primeira vez no campo

Após algumas aulas de driving range e putting-green e bastante treino à mistura, chegou a vez do iniciado mostrar do que é capaz no campo. Para tal, deverá ser acompanhado pelo seu professor para que este lhe oriente na gestão do campo (como deve jogar cada shot e a escolha do taco adequado a cada situação) e nas eventuais dúvidas em relação as regras e etiqueta, bem como corrigir alguns defeitos no swing que, entretanto, vai ganhando, embora essa tarefa seja mais fácil no driving range.
O principiante irá perceber que jogar no campo é mais divertido, no entanto requer ainda mais treino.
Antes de ir a primeira vez ao campo com um aluno, costumo recomendar a visualização deste vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=VPnJTgG0Mww
Em termos de equipamento o aluno, deve certificar-se que tem tees e bolas em abundância, pois o mais provável é perder muitas bolas nesta sua primeira aventura no campo. Deverá ter consigo um reparador pitch-marker e um marcador de bola, e ainda transportar no saco água e algo para comer.
Tento induzir ao máximo a pontualidade ao aluno: chegar ao tee 1 com 30 minutos de antecedência para fazer os exercícios de aquecimento e treinar um pouco no putting-green e driving range.
E o mais importante de tudo é não perder a motivação, pois é natural se o resultado não for o esperado.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

A Primeira Aula

GOLFE CEM SEGREDOS Nº 5: A Primeira Aula

Costumo dizer na primeira aula que o golfe é como uma “pizza”, sem uma boa base nada feito!
Assim que tivermos uma boa base poderemos acrescentar os “ingredientes”.
Entenda-se por uma boa base os seguintes parâmetros:
1-      Pontaria
2-      Pega (Grip)
3-      Postura
4-      Stance
5-      Alinhamento
6-      Posição da bola
Estes parâmetros deverão estar correctos, pois assim tudo será mais fácil.

domingo, 11 de novembro de 2012

Porquê o Golfe?


O Golfe não é apenas mais uma modalidade desportiva. Todos os desportos são diferentes e com especificidades próprias. No entanto, a meu ver o golfe vai mais além, é um estilo de vida, e um exercício constante de inteligência, humildade e honestidade, que poderia ser aplicado à vivência diária. Costumo dizer que as personalidades vêem todas “ao de cima” no golfe.  
O Golfe é dos poucos desportos que se pode jogar em todas as idades, desde que começamos a andar até a uma idade bem avançada, sem prejuízo para a integridade física. É evidente que quanto mais cedo se fizer a iniciação melhor será desenvolvimento técnico.
Tem a vantagem de se praticar ao ar livre, aproveitando para desfrutar a natureza.
Para quem gosta de apreciar espaços agradáveis, de elaborada concepção arquitectónica e cuidadosa inserção paisagística, alguns campos são autênticos paraísos.
Embora seja dos poucos desportos que permite a prática individual, socialmente, o golfe é muito gratificante porque podemos conviver com outros jogadores, sócios do clube, a própria família, amigos, tanto no campo de golfe como no Club-house.
Considero também o golfe um desporto familiar, pois muitas vezes é praticado por vários elementos de famílias (avós, pais, tios e netos).
Podemos também jogar torneios ou partidas entre amigos, sendo considerado um desporto justo por causa do sistema do "handicap" que faz com que os diversos níveis de jogo se equiparem e possam competir entre ambos.