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19/03/2025

Putting ou a Arte do Putter

 


Hoje chegou a altura de falar da tacada mais importante do Golfe, aquela que faz a diferença para ganhar torneios e fazer bons resultados. Muitas vezes fala-se que o putting é um jogo dentro do jogo. É de facto em parte uma verdade, pois é dentro do green que jogamos a bola só pela relva e não a fazemos voar, mas também na verdade, o putting é uma versão em miniatura do golfe. Encontramos no Putting os mesmos problemas e temos de aplicar os mesmos princípios básicos. Embora se possa ver muitos tipos de estilos de Putting nos campos de golfe, podemos observar que os bons jogadores no Putting tem sempre 3 coisas em comum: uma postura enquadrada e equilibrada, a cabeça permanece praticamente estática durante todo o movimento com os olhos alinhados sobre a bola e a face do taco bate sempre na bola da mesma forma, enquadrada. Independentemente da originalidade de determinados estilos de putting, se os resultados forem bons, podemos ter a certeza que estes três pontos serão respeitados. Então deve aplicá-los também.

O método mais utilizado nos circuitos profissionais é sem dúvida o movimento pendular, num triângulo formado pelos braços e ombros a moverem-se a partir de um ponto na base do pescoço. A grande vantagem que este método tem sobre os outros é que poucas estruturas do nosso corpo se movem durante o movimento. 
Outro factor importante é impedir a ação dos punhos, pelo menos para tacadas curtas. A única função que as mãos têm de desempenhar é segurar o taco com firmeza.



Na verdade, ao voltarmos um pouco para o passado, vemos que havia jogadores de grande talento que faziam putts com utilização dos punhos. Nos seus dias bons eram fantásticos, no entanto quando as coisas estavam menos boas, quando não tinham aquela sensação de relaxamento, os resultados eram desastrosos.  Eliminar todas as ações de mãos e pulsos no Putting não tornou os jogadores melhores nos seus dias bons, mas tornou-os muito mais consistentes nos seus dias menos bons. E esta consistência é absolutamente essencial para se conseguir qualquer coisa no golfe.

Durante o movimento do putter, é claro que o putter é apenas uma extensão do movimento dos antebraços. Com este movimento pendular, os braços não são independentes, agem em conjunto, sustentados pelos ombros que giram em torno da base do pescoço. Pode adaptar isto ao seu estilo pessoal. O que é importante aqui é que os braços não se podem mover de forma demasiado rápida e inconsistente, como fariam as mãos. Isto garante um ritmo melhor e uma certa regularidade.

O método do pêndulo tem ainda a vantagem de manter a face do taco alinhada em direção ao buraco ou ao alvo durante muito mais tempo do que qualquer outro método. Isto, obviamente, ajuda na precisão. Mas verá que é apenas em pancadas curtas que o taco não sai da linha do buraco ou do nosso alvo. Na verdade, é praticamente impossível manter o taco alinhado em direção ao buraco durante mais de 30 cm, sensivelmente, depois, a cabeça do taco levantar-se-á do green e seguirá uma curva muito ligeira, tal como acontece com todas as tacadas de golfe, até mesmo o putt, deve rodar em torno do eixo da coluna vertebral. A cabeça do taco sobe dentro da linha do alvo da bola. O erro que deve ser evitado a todo o custo é sair desta linha. 

Para praticar, coloque 2 tacos ou 2 sticks de alinhamento afastados 15 cms, paralelamente à linha bola-alvo e coloque a bola no meio dos sticks. Depois assuma o address e quando bater na bola deve fazê-lo com o Putter a seguir a linha durante cerca de 30 centímetros e depois seguir ligeiramente para dentro numa curva muito ligeira. Esta é a linha natural e correcta ao realizar o Putt. 


Também devemos ter em mente que a maioria dos problemas no Putting são causados por indecisão ou medo, e por vezes ambos, uma atitude positiva é importante. 
Ter os olhos em cima da bola no address é vital. Se os olhos estiverem além da linha imaginaria bola-alvo daremos uma tacada à esquerda, se contrariamente estiverem antes da linha, a tacada sairá à direita. Pode-se verificar o alinhamento dos olhos durante o address pegando numa moeda, colocando ao nível do olho direito ou esquerdo (consoante seja o olho direcional) e soltar a moeda analisando onde cai a moeda, a mesma deverá cair em cima da bola. 




Tente simplificar ao máximo o Putting, adotando o tal movimento pendular que falámos e tente seguir estes 4 passos básicos:
1- inicie o movimento afastando a cabeça do Putter da bola, suavemente, lentamente e acima de tudo naturalmente.
2- mantenha a cabeça do Putter próximo do solo, tanto na ida como na volta.
3- bata a bola com firmeza sem travar a cabeça do Putter antes do impacto. Não altere a velocidade durante a tacada. 
4- mantenha a face do Putter enquadrada e faça-a descer recta na linha por pelo menos 20 cm após o impacto.
Outro conselho que pode ajudar é prender a respiração durante o Putting para evitar que o diafragma levante, eliminando o risco adicional de mover o corpo e a cabeça, ou não fosse o diafragma o músculo com mais inserções em toda a nossa coluna vertebral.

Na escolha do Putter considere cuidadosamente como o putter assenta no chão, levando em consideração a sua postura no address.
O jogador sempre terá dificuldade em acertar bem com um putter que esteja demasiado upright ou seja com a vareta mais vertical deixando a ponta do Putter levantada, nesse caso troque por um putter que seja mais flat, com a vareta menos vertical. O contrário também poderá acontecer. Em qualquer caso, não hesite em consultar ajuda de um treinador ou de um fitter que poderá alterar o lie do Putter.



Em relação também à escolha do Putter, um dos aspectos mais importantes é o comprimento do taco, na maioria das lojas os putters são de 35" ou 36" polegadas, o que são demasiado compridos para a maioria da população portuguesa e não só. No PGA Tour, por exemplo,  a media de comprimento dos putters é de 32" polegadas e estamos a falar de jogadores bastante altos.
Também não troque de putter com muita frequência, tem de escolher aquele que lhe dá melhores sensações e depois mantenha-o. Se fizer um mau Putt há 1% de probabilidade que a culpa seja do Putter e 99% que seja sua.

Também será importante a sua rotina de Putting. A mesma não deve variar. Primeiro, determine a velocidade e a direção da tacada. Depois faça 2 movimentos de ensaio, tentando reproduzir exactamente a tacada que quer realizar. Só então coloquei a face do Putter atrás da bola enquadrada com a linha-alvo escolhida. Alinhe os pés e o corpo. Finalmente, realize alguns ajustes necessários para total conforto e observe a linha da tacada. 
Mesmo que o seu "touch" seja fabuloso, deve adicionar uma atitude mental intencional e uma boa preparação para dar uma boa tacada. Leve o seu tempo, leia atentamente a linha do Putt e as inclinações do green. Visualize a tacada até ver na sua mente a bola a entrar no buraco. 

Na minha opinião, é a duração de backswing que determina a distância da tacada. Quando é um putt longo há apenas uma pequena diferença na força, o que varia é a amplitude do swing. É extremamente difícil controlar o movimento e o alinhamento do taco se alterar a força/velocidade da tacada. 
No Putting, procure fluidez que está na pressão que segura o grip. Deve ser o suficiente para controlar o alinhamento da face do Putter mas leve o suficiente para deixar o peso da cabeça do Putter desempenhar o seu papel. Além disto, adote a mesma pressão manual para todos os tipos de Putting. A pressão no grip deve ser 3/4 em 10. Foi esta a pressão encontrada em jogadores profissionais.
Existe também uma forma ideal de distribuir o peso do corpo no Putting. Consiste em obter o máximo conforto, permitindo que o corpo e a cabeça permaneçam estáticos. 
Quando tiver a treinar, não treine o putter intensivamente, quando o "touch" for bom, saia do green. Não corra o risco de desperdiçar o seu impulso e de se cansar. Quando conseguir 6 ou 7 putts seguidos pare e treine outra parte do jogo de golfe.
Durante o jogo lembre-se que um putt de 3 metros sem linha, mesmo em descida pode ser preferível do que um putt de 1 metro com linha. O segredo está em tratar o Putt longo em descida como uma tacada curta. Escolha uma marca na linha e jogue nela. Então é como um putt de 1 metro sem linha e na verdade está a executar um putt de 3 metros.


Para putts longos, pense essencialmente no comprimento e não tanto na inclinação, claro que precisa determinar a linha geral do Putt mas depois concentre-se só na força. Se faz 3 putts com frequência garanto que esta dica diminuirá o seu Score.
Esqueça os conselhos de linhas de outros jogadores, para além de que só é permitido em torneios de pares, ninguém sabe com que força vai bater na bola, então ninguém lhe pode dar a linha. Além disso, falar muito sobre direção faz "esquecer" da distância, que na minha opinião é o principal critério para um putt longo.
Outra dica muito útil é dividir a distância dos putts longos em 3 partes e observar a ultima parte que fica junto ao buraco, pois é nesse último terço de distância que a bola irá perder distância e consequentemente descair caso haja inclinação na linha.
Treine fundamentalmente para dentro dos 4 metros, pois é dentro dessa distância que deve tentar afundar todos os putts, esta é a maneira de fazer birdies.
Não relaxe demasiado nos putts curtos, a maioria dos putts curtos perdidos é o resultado do relaxamento das mãos antes do impacto. 
Espero que este post tenha sido útil para aprimorar o seu jogo de Putting. Lembre-se de praticar com regularidade e de manter a confiança e a concentração. Boas tacadas.




09/02/2025

Chipping



Esta é a parte do jogo em que qualquer jogador pode ser eficaz, como um profissional, por ser um movimento curto e que não é necessária força. No entanto, um profissional do tour faz apenas duas pancadas, enquanto um jogador amador faz três ou mais. Isto ocorre por duas razões. A primeira é porque o jogador não consegue analisar e "ler" o voo da bola. E a segunda é porque não domina a técnica. Para todas as abordagens de chipping, o jogador precisa localizar um ponto no green ou no avant-green onde quer que a bola caia. É fundamental observar bem o local em relação à bandeira e o local onde está a bola, determinando assim também as inclinações do green. Basicamente, a bola deve cair o mais próximo possível do início do green, cerca de 1,5m para dar alguma margem de erro. E depois rolar até ao buraco. Sempre que possível, a aproximação deve ser com uma trajetória baixa, pois é mais fácil de fazer e de controlar. Logo, é mais segura, mas obviamente depende sempre da posição da bola em relação ao buraco. Não se pode jogar uma aproximação a rolar se houver um bunker entre a bola e o buraco, ou se tivermos a bola num nível muito abaixo do green. Cada situação exige a solução certa, no entanto mantém-se a regra de ouro, que é sempre com o método mais simples que obtemos o melhor resultado. Deixe os shots artísticos para o circo. 

Para compreender melhor a abordagem de um chip, tente imaginar como se estivesse a realizar um putt pelo ar. Deve ver a linha como se tratasse de um putt, mas a bola percorrerá uma parte pelo ar. De uma forma simples, embora varie um pouco de jogador para jogador, conte que um chip com um ferro 7 irá voar 20% e rolar 80%, enquanto um pitch wedge irá voar 60% e rolar 40% e já com um sand wedge irá voar 75% e rolar 25%. Tente treinar com vários tacos, pois terá mais ferramentas a utilizar em cada abordagem. 

Em termos de técnica, não será igual ao putting, pois as mãos devem estar sempre avançadas em relação à bola. No address, a postura deve ser suficientemente firme e aberta para permitir que a linha seja claramente vista e não impeça o movimento pendular dos braços durante o movimento. O ângulo formado pelo braço esquerdo e o taco no address, com as mãos à frente da bola, deve manter-se durante todo o movimento. O chipping é um movimento de swing de braços, permanecendo a posição do corpo praticamente inalterada. Aqui, tal como no putting, só que aqui é necessário manter a flexibilidade dos joelhos para equilibrar o movimento dos braços e manter a cadência, que também é fundamental. Há ainda uma sugestão de transferência de peso para o pé esquerdo para orientar o movimento. O stance deve ser estreito, os pés mais próximos e relativamente abertos. 



Em relação ao backswing, num chip nunca chegamos a realizar o set do taco. Basicamente, é um movimento curto com o taco sempre próximo do chão. Não existe uma regra que diga que um backswing de 70 cm com um pitch equivale a um chip de 15 metros, cabe a todos praticar com vários tacos, desde o ferro 7 até aos wedge, para adquirir habilidade. A amplitude de subida no backswing é essencial para aproximações rolantes. Se a subida for demasiado grande para a distância da pancada, a tendência é abrandar na descida do taco antes da bola. Esta desaceleração traz efeitos dramáticos e o resultado será um golpe sem controle de força e direção, que só vai até metade da distância. Por outro lado, num backswing demasiado curto, o taco não terá tempo para acelerar na descida, ou a cadência do shot deixará de existir. O resultado será bater a bola por cima e não se mexer, ou sair disparada atravessando todo o green. Mesmo as pancadas mais curtas devem ser realizadas acelerando a cabeça do taco na direção da bola, e mantendo sempre o mesmo ritmo controlado. Acima de tudo, não deve apressar o movimento, suba o taco a amplitude que acha necessário, e sinta que pára um pouco até começar a descer novamente, fazendo uma pequena pausa. Isto ajuda no timing. É mantendo este ritmo constante que pode controlar a amplitude de subida do taco. Se o ritmo não for consistente, pode acertar 20 pancadas com exatamente a mesma amplitude, mas todas fazem distâncias diferentes, e não é isto que se pretende. 

Se é um mau jogador de chips, verifique a forma como segura o taco, reveja o grip. Experimente também colocar as mãos mais abaixo no taco, terá mais controle e acertará com mais firmeza na bola. Outro erro comum é manter-se demasiado longe da bola. Isto faz com que a face do taco saia da linha do alvo. Resumindo, o chipping é um movimento de putting pelo ar. Existem várias maneiras de o fazer. Eu pessoalmente prefiro usar um pouco os punhos ao invés de os manter totalmente bloqueados, como ensinam muitos treinadores, isto por uma questão de sensação, de "touch", que é melhor num movimento com braços e punhos.

Este artigo pode ser ouvido através do podcast do Spotify Golfe 100 Segredos: 



06/01/2025

Stance e Postura no Golfe



A postura à bola é muito importante porque controla tanto o plano do swing como o equilíbrio do jogador de golfe. Na minha opinião, a cabeça deve estar sempre atrás da linha vertical que sai da bola, os joelhos devem estar ligeiramente flectidos e o tronco inclinado de modo a que os seus braços alcancem naturalmente o topo do grip. O braço esquerdo deve estar firme o suficiente para formar uma linha recta com o grip do taco até à bola. Não se deve tensionar o braço direito mas sim dobrá-lo ligeiramente. Assim, naturalmente o ombro direito fica mais baixo que o esquerdo e o lado direito do corpo abaixo do esquerdo. 

Uma boa postura no golfe é composta por vários aspectos, a largura correcta do stance, a flexão correcta dos joelhos, o ângulo dos pés e a postura da coluna vertebral.

Um stance muito estreito impede o jogador de gerar potência no swing pela dificuldade de manter o equilíbrio. Por outro lado, se o stance for demasiado largo, o jogador vai ter dificuldade para transferir o peso do corpo durante o swing, sendo que essa transferência é essencial para gerar potência, ritmo e impacto com a bola. Para garantir a largura correcta do stance, pode-se medir a largura dos ombros utilizando um taco e verificar a mesma distância entre as partes internas dos pés. Esta distância deve ser utilizada para ferros. Para madeiras e Driver, essa distância deve ser aumentada em cerca de 5 cms. Para tacadas com ferros curtos/wedges e jogo curto (pitching e chipping) não precisamos de um stance assim tão largo e devemos reduzir a largura em cerca de 5 cms.




Evite abrir as pontas dos pés para fora num ângulo exagerado. O pé direito deve estar num ângulo recto em relação à linha do alvo e o pé esquerdo pode estar num ângulo para fora mas apenas ligeiramente. 


O peso do corpo deve ser distribuído 50/50 entre a ponta dos pés e os calcanhares, assim como 50/50 entre o pé esquerdo e o direito na maioria das tacadas. 


Uma postura correcta é assim crucial para tacadas consistentes, precisas e potentes na bola. Não necessita ser um atleta para conseguir uma boa postura com a bola. 

O swing de golfe é essencialmente um movimento de rotação do tronco em torno da coluna vertebral que não é mais do que o nosso eixo central. Quanto melhor a posição e o ângulo da nossa coluna na posição de address, melhor será durante todo o swing, especialmente no impacto.

As pessoas são todas diferentes e têm posturas naturais diferentes. Mesmo que a postura corporal possa não ser óptima quando está sentado ou em pé, com treino e consciência corporal pode muito bem criar uma postura muito eficiente sobre a bola de golfe.

Como devemos então colocar-nos à bola? 

Costumo dizer aos meus alunos para terem uma postura atlética idêntica à postura adoptada por um atleta de ski alpino, para ficarem em equilíbrio mas também preparados para realizar movimento tanto para a direita como para a esquerda. A inclinação do tronco para a frente deve vir das ancas, a parte inferior das costas (zona lombar) deve permanecer plana (ou seja, na posição neutra entre cifose e lordose) e alinhada com toda as coluna vertebral e cabeça. Na fisioterapia dizemos que a postura da coluna vertebral deve estar alinhada pelos 3 pontos: proeminência occipital, apófise espinhoso de D8 e Sacro. 

Os joelhos devem ficar levemente flectidos, evitando cometer um erro muito comum entre golfistas principiantes que é dobrar demasiado os joelhos. 

Como fisioterapeuta para além de treinador de golfe descobri que a coluna vertebral é um tema com o qual muitos jogadores tem dificuldade, muito pela falta de consciência corporal, o que impede muitas vezes de um jogador poder evoluir e jogar melhor.

Para estes jogadores, mesmo que lhes digam que não precisam estar tão curvados, ou que precisam de endireitar a parte superior das costas ou mesmo que estão muito direitos e precisam inclinar mais o tronco, eles simplesmente não conseguem porque não tem essa consciência.

Porque será que esta noção do corpo se fica só pela mente? Daí que os treinadores não tenham competência para corrigir estes problemas posturais e agem frequentemente como pais a reprimir uma criança, dizendo “endireita-te”.

A postura, tal como outros aspectos individuais, não é algo passível de ser alterada apenas por se pensar nela.

O jogador de golfe precisa de ter essa alfabetização postural. Depois de o conseguir, de ter essa consciência corporal, de conseguir por sua iniciativa activamente corrigir a posição das costas, os outros elementos para ter uma boa postura no address são fáceis de adicionar, como flectir os joelhos e corrigir a posição da cabeça. 

Se este é um tema que tem dificuldades, procure praticar yoga ou pilates como complemento ao golfe e em casos mais severos procure ajuda de um fisioterapeuta especialista em Postura como a técnica de Reeducação Postural Global ou Cadeias Musculares de L. Busquet. 

Nota: este artigo teve em conta um jogador dextro que joga à direita, o contrário será válido para um jogador esquerdino que jogue à esquerda. 

Este artigo poderá ser ouvido no Spotify em Golfe 100 Segredos.


27/03/2017

Aulas de Golfe no Estádio Universitário (Academia de Golfe de Lisboa)


Poderá marcar as suas aulas no Estádio Universitário com o nosso Professor Carlos Guerreiro.

A tabela de preços  é a seguinte:

DRIVING RANGE DO ESTÁDIO UNIVERSÁRIO (LISBOA)
Aulas Individuais
Aula individual avulso (1 hora) 40€
Curso de Iniciação (10 horas) 350 €
Aula de campo (6 buracos) 40 €
Aulas em Grupo
Aula avulso 2 pessoas (1 hora) 60 €

04/04/2013

Aulas de Golfe no Jamor

Poderá também marcar as suas aulas no Centro Nacional de Formação do Jamor, com o nosso Professor Carlos Guerreiro.

A tabela de preços para o Jamor é a seguinte:
1 aula individual (60 minutos) – 45 euros
Curso de Iniciação ao Golfe – 350 euros
Baptismo de Golfe Adaptado (para portadores de alguma deficiência) - Gratuito
Aula de Golfe Adaptado (60 minutos) - 10 euros

Outros preços sob consulta
Mais informações contactar o professor para lisboaphysio@gmail.com

28/11/2012

Golfe com Síndrome de Down


Decorrente de uma mutação genética, o Síndrome de Down (SD) ocorre em média 1 a cada 800 nascimentos, crescendo a incidência com o aumento da idade materna.
Respeitando as limitações, a criança com SD deve receber estímulos para se desenvolver, tal como outra criança da sua idade. Para tal, os portadores desta síndrome deverão ser estimulados desde crianças à prática regular de uma actividade física. O golfe é uma excelente opção, pois os seus benefícios são inúmeros.
É de todo importante que o portador de SD mantenha essa actividade física, pois vários estudos comprovam que pessoas portadoras de SD tendem a tornar-se sedentários, levando-as a desenvolver problemas como obesidade, diabetes, colesterol, hipertensão e doenças cardíacas.
Não há duvidas que o golfe, promotor da socialização, é uma ferramenta de inclusão social para portadores de SD, sendo também adequado para as suas características físicas e principalmente as suas necessidades. Com o Golfe, eles descobrem as suas capacidades corporais e cognitivas, desenvolvendo o equilíbrio, a coordenação motora, a estruturação espaço-temporal, o esquema corporal e a respiração, factores fundamentais para o desenvolvimento do portador de SD. Concluindo, o golfe promove o desenvolvimento global, aquisição de valores, quebra de preconceitos, contribuindo assim para uma melhor qualidade de vida.
Como e quando começar?
Para uma criança com SD formar bases para um desenvolvimento harmónico, o ideal é que ela seja estimulada precocemente num trabalho multidisciplinar. O Golfe deve ser inserido aos poucos através de aulas e jogos com regras simples. Deve-se estruturar um ambiente facilitador e adequado aos alunos, oferecendo experiências que vão resultar na melhoria do seu desenvolvimento.
O treinador deverá sempre que possível ser especializado em Golfe Adaptado e procurar informações mais específicas sobre Síndrome de Down.


11/11/2012

Porquê o Golfe?


O Golfe não é apenas mais uma modalidade desportiva. Todos os desportos são diferentes e com especificidades próprias. No entanto, a meu ver o golfe vai mais além, é um estilo de vida, e um exercício constante de inteligência, humildade e honestidade, que poderia ser aplicado à vivência diária. Costumo dizer que as personalidades vêem todas “ao de cima” no golfe.  
O Golfe é dos poucos desportos que se pode jogar em todas as idades, desde que começamos a andar até a uma idade bem avançada, sem prejuízo para a integridade física. É evidente que quanto mais cedo se fizer a iniciação melhor será desenvolvimento técnico.
Tem a vantagem de se praticar ao ar livre, aproveitando para desfrutar a natureza.
Para quem gosta de apreciar espaços agradáveis, de elaborada concepção arquitectónica e cuidadosa inserção paisagística, alguns campos são autênticos paraísos.
Embora seja dos poucos desportos que permite a prática individual, socialmente, o golfe é muito gratificante porque podemos conviver com outros jogadores, sócios do clube, a própria família, amigos, tanto no campo de golfe como no Club-house.
Considero também o golfe um desporto familiar, pois muitas vezes é praticado por vários elementos de famílias (avós, pais, tios e netos).
Podemos também jogar torneios ou partidas entre amigos, sendo considerado um desporto justo por causa do sistema do "handicap" que faz com que os diversos níveis de jogo se equiparem e possam competir entre ambos.



09/04/2012

Pro-Am Series Quinta do Perú

Mais uma vez o nosso Profissional de Golfe esteve presente no evento da PGA Portugal, desta feita num Pro-Am realizado na Quinta do Perú no dia 26 de Fevereiro de 2012.

03/09/2011

Segredo Nº 2: Como começar a jogar golfe?



O candidato que pretenda começar a jogar, deverá fazê-lo numa fase da vida em que tenha disponibilidade suficiente para o fazer, pois o golfe requer tempo e deve ser aprendido de forma regular, pelo menos 2 vezes por semana. Deve ser paciente de forma a ultrapassar os comuns fracassos iniciais, evitando a desistência com a desculpa da falta de jeito para o golfe.

Aconselhamos a participação numa aula de iniciação ou baptismo de golfe onde poderá verificar se gosta ou não da modalidade. Nesta primeira aula não se compra material, pois todo o material será fornecido pelo profissional de golfe, sendo apenas adequado vestir roupa confortável e sapatos rasos.

Posteriormente, deverá investir em lições individuais com um profissional de golfe que lhe ensine as bases para um correcto "swing", permitindo-lhe assim educar bem o movimento, de modo a torná-lo o mais automático possível.

Embora possa tentar aprender sozinho de forma autodidacta, não aconselho ninguém a faze-lo, pois a evolução será lenta e difícil, levando na maioria das vezes à desistência na modalidade.

O processo de aprendizagem até começar a ir para o campo desenrola-se num driving range, pelo menos até perfazer regra geral, 5 a 10 aulas, dependendo da frequência das lições e treino, das aptidões naturais do iniciado e da idade.

Outro factor importante, para o bom êxito da aprendizagem é que o aluno treine no Driving Range e no putting green aquilo que vai aprendendo em cada lição.

30/08/2011

Aulas de Golfe no Campo - Jogue e receba dicas de um Profissional



Estas aulas são destinadas para quem conta já com alguma experiência no golfe e queira iniciar-se ou aperfeiçoar o jogo no campo. Estas aulas tem como objectivo a consolidação dos conhecimentos técnicos, regras de jogo e normas de etiqueta utilizados no campo de golfe.
 Resumo do programa:
  • Aperfeiçoamento do jogo curto, médio e comprido;
  • Estratégia de jogo;
  • Revisão de regras e normas de etiqueta;
  • Como analisar o próprio jogo através de estatística;
  • Como calcular a pontuação Stableford Net e Gross.
Preços:
Aula individual de campo (18 buracos)
60 euros (Aldeia dos Capuchos) ou 70 euros (Santo Estêvão Golfe)
Aula individual de campo (9 buracos)
45 euros (Aldeia dos Capuchos) ou 50 euros (Santo Estêvão Golfe)

Aulas de Golfe Lisboa Physio

Para a iniciação, aprendizagem e aperfeiçoamento do golfe, apresento-lhe várias alternativas. Nas aulas fornecemos o material. Se é principiante não se preocupe com o vestuário, basta uma roupa confortável e que permita mobilidade e uns ténis ou sapatos de vela. No entanto, e devido ao código de vestir nos campos de golfe, as calças de ganga, fatos de treino, calções curtos e t-shirts são desapropriados.

Programa de Iniciação ao Golfe (10 aulas)
Este tipo de aulas de grupo é essencialmente dirigido a pessoas que pretendem os primeiros contactos com o golfe. Tem como objectivo transmitir uma ideia básica do golfe, abrangendo as principais técnicas do “swing”, algumas regras e normas de etiqueta.
 Resumo do programa:
  • Princípios fundamentais do “swing”;
  • Pega, postura e “stance”;
  • Introdução ao jogo curto e médio;
  • Noções de regras e normas de etiqueta;
Programa de aperfeiçoamento:
Este tipo de programa é destinado para quem já tem alguma experiência de golfe e pretende aperfeiçoar a sua técnica. Tem como objectivo o aperfeiçoamento das técnicas de swing, abrangendo com mais detalhe todos os aspectos do mesmo e uma primeira experiência no campo de golfe.
 Resumo do programa:
  • Princípios fundamentais do “swing”;
  • Aperfeiçoamento do jogo curto, médio e comprido;
  • Revisão de regras e normas de etiqueta;
  • 1 aula de campo;
Curso de Certificado de Handicap
Este curso é destinado para quem conta já com alguma experiência no golfe e queira iniciar-se no jogo no campo que é obrigatório o certificado de handicap. Este curso tem como objectivo a consolidação dos conhecimentos técnicos, regras de jogo e normas de etiqueta utilizados no campo de golfe.
 Resumo do programa:
  • Aperfeiçoamento do jogo curto, médio e comprido;
  • Estratégia de jogo;
  • Revisão de regras e normas de etiqueta;
Programa Competitivo:
Este tipo de programa é destinado aos jogadores que já competem e que querem melhorar os seus resultados.
 Resumo do programa:
  • Análise e correcção do “swing”;
  • Implementação de programa de treino;
  • Estratégia de jogo;
  • Como analisar o próprio jogo através de estatística;
  • Ensino de técnicas especiais de “full-swing” (Fade, Draw, shot alto e baixo, …);
  • Ensino de técnicas especiais de bunker e de jogo curto (bola enterrada, lob shot, …);
  • Avaliação física específica para o golfe e implementação de um plano de preparação física no golfe;
  • Warm-up e Cool-down para o golfe;
  • Psicologia e estratégias de concentração para o golfe;
  • Aconselhamento sobre nutrição pré e pós competitiva;
Golfe Adaptado:
Este tipo de programa é destinado às pessoas que tem algum tipo de incapacidade física ou mental, desde pessoas que sofreram um acidente vascular cerebral, uma amputação, lesão medular, a pessoas amblíopes ou cegas, e outro tipo de incapacidade, quer seja adquirida ou inata.
A aprendizagem começa desde o hospital, clínica ou centro de recuperação, passando pelo driving range, terminando no campo propriamente dito.

Treinador: Carlos Louro Guerreiro
- Curso de Treinador de Golfe Adaptado da Real Federación Española de Golf tendo como formador o expert Peter Longo
- Profissional de Golfe – Sócio da PGA Portugal Nº 217 
- Curso de Treinador de Golfe da Federação Portuguesa de Golfe em parceria com a FMH
- Licenciado em Fisioterapia pela Escola Superior de Saúde Egas Moniz;

PREÇOS:
Aula individual avulso (1 hora)                          30 euros
Pack 10 aulas individuais (10 horas)                250 euros
Aula individual de campo (18 buracos)           60 euros
Aula individual de campo (9 buracos)              45 euros
Aulas em Grupo
Aula avulso 2 pessoas (1 hora)                             40 euros
Aula avulso 3 pessoas (1 hora)                             50 euros
Outros preços sob consulta

Horários:
2ªs a 6ªs feiras a partir das 16h00
Sábados e Domingos a partir das 8h00

Local: Clube de Golfe da Belavista, Clube de Golfe da Aldeia dos Capuchos e Santo Estêvão Golfe.

20/01/2011

Acompanhamento Multidisciplinar para Golfistas de Alta Competição

Programa Competitivo:Este tipo de programa é destinado aos jogadores que já competem e que querem melhorar os seus resultados.
Resumo do programa:
  • Análise e correcção do “swing”;
  • Implementação de programa de treino;
  • Estratégia de jogo;
  • Como analisar o próprio jogo através de estatística;
  • Ensino de técnicas especiais de “full-swing” (Fade, Draw, shot alto e baixo, …);
  • Ensino de técnicas especiais de bunker e de jogo curto (bola enterrada, lob shot, …);
  • Avaliação física específica para o golfe e implementação de um plano de preparação física no golfe;
  • Warm-up e Cool-down para o golfe;
  • Psicologia e estratégias de concentração para o golfe;
  • Aconselhamento sobre nutrição pré e pós competitiva;

Treinador: Carlos Louro Guerreiro
- Curso de Treinador de Golfe Adaptado da Real Federación Española de Golf tendo como formador o expert Peter Longo
- Profissional de Golfe – Sócio da PGA Portugal Nº 217 
- Curso de Treinador de Golfe da Federação Portuguesa de Golfe em parceria com a FMH
- Licenciado em Fisioterapia pela Escola Superior de Saúde Egas Moniz;

PREÇOS:
Aula individual avulso (1 hora)                          30 euros
Pack 10 aulas individuais (10 horas)                250 euros
Aulas em Grupo
Aula avulso 2 pessoas (1 hora)                             40 euros
Aula avulso 3 pessoas (1 hora)                             50 euros
Outros preços sob consulta

Horários:
2ªs a 6ªs feiras a partir das 16h00
Sábados e Domingos a partir das 8h00

Local: Clube de Golfe da Belavista, Estádio Nacional (Jamor) e Santo Estêvão Golfe.